segunda-feira, janeiro 19


As federações de Portugal e Espanha, assinaram protocolo para se candidatarem à organização do Mundial de 2018 ( aqui_). Por seu lado a FIFA, já alertou para a capacidade dos estádios não poder ser inferior a 80 mil de lotação, para a abertura e final dos jogos. É aqui que começam a surgir dúvidas quanto ao papel de Portugal nesta "PARCERIA".

Politicamente, o Governo, mesmo a esta distância, já deu o seu aval, e considerou ser a candidatura uma boa aposta para recuperar o enorme investimento com o Euro. E foi nesta onda que Madaíl se envolveu para levar por diante, com os espanhóis, a ideia.

Assim, de repente não partilho do optimismo, nem de Madaíl, nem do Governo, já que ambos estão com eleições à porta e a iniciativa presta-se a aventureirismos que só a ambição do poder faz esquecer.

Os estádios do europeu aí estão para nos lembrar o fracasso económico de tão dispendiosa realização num país carente de infra-estruturas sócio-económicas bem urgentes. Não se conhecem outros contornos da "parceria", quantos jogos se realizam em Portugal e onde?

MAS AFASTADOS DA ABERTURA E DA FINAL POR EXIGÊNCIAS REGULAMENTARES, SÓ ESPERO, QUE TUDO NÃO SEJA MAIS UM GOLPE ELEITORALISTA.

É que não faltarão argumentos, depois da ajudinha eleitoral, e assegurado o poder, para convencer a populaça da impossibilidade de prosseguir a candidatura.

2 comentários:

kadafi disse...

Herr Von, eles só entrarão nessa história, se tirarem dividendos políticos dela.....! é o habitual aproveitamento saloio Xuxa !!!

googler disse...

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