
Os serviços competentes do BENFICA já tinham revelado a intenção de recorrer para a UEFA, em resultado da condenação de Pinto da Costa e do seu clube, caso a FPF/Madail não tomarem a iniciativa, como deve, por actos desportivamente condenaveis, classificados por PLATINI como BATOTA e por cá como tentativa de corrupção, aguarde-se o desfecho...
No artigo abaixo, que subscrevo, o autor descreve com precisão notavel, a trama que envolveu o caso e que permitiu ao clube de PC estar, indevidamente, a disputar a Champions. Entretanto aguardemos os próximos acontecimentos que o nosso clube divulgará, com toda razão do seu lado. Especialmente sobre a tomada de posição de Madail/FPF, respeitante ao assunto.
Agora, assobiem-lhes às botas
Que a UEFA vai ter que reapreciar os factos e tomar uma decisão definitiva sobre a participação do FC Porto na Liga dos Campeões é um facto. Para tanto não é preciso senão que a FPF lhe faça chegar, oficialmente, o epílogo desse estranho processo que se designou por ‘Apito Final’, o que acaba de acontecer, agora esperemos que de forma definitiva, com ao indeferimento liminar dos processos de revisão interpostos por FC Porto e Boavista junto da Comissão Disciplinar (CD) da Liga. Em boa verdade, os castigos aplicados a Pinto da Costa (suspensão por 2 anos), ao FC Porto (subtracção de 6 pontos) e ao Boavista (baixa de escalão) já tinham transitado em julgado e tornado definitivos com a decisão do Conselho de Justiça (CJ) da FPF, após um parecer do prof. Freitas do Amaral. Nada a fazer, assobiem-lhes às botas.
Toda a confusão foi lançada no último verão quando o FC Porto e Pinto da Costa, depois de recorrerem para tribunais administrativos, invocaram junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) o carácter não definitivo das punições que lhes tinham sido aplicadas, interpretação errónea, mas que este último aceitou e perfilhou. Ou seja, que os recursos invocados suspendiam os efeitos dos castigos aplicados pelo que, não havendo facto julgado, não devia o FC Porto ser afastado da Liga dos Campeões. Esta leitura dos factos continha dois erros graves: 1º os recursos para os tribunais administrativos de decisões do CJ da FPF não têm efeitos suspensivos (artº 18, nº 1 da Leio de Bases do Desporto); 2º as punições aplicadas ao FC Porto e a Pinto da Costa eram caso julgado desportivo, definitivo e irrevogável.
Nada disto impede, contudo, que o FC Porto e o seu presidente, sempre que o entendem oportuno ou útil, venham com a rábula de mais um recurso impossível ou um terrível pedido de indemnização à CD da Liga, à Liga, à FPF, ao Governo, ao Estado, à UE, ameaçando as entidades que administram a justiça desportiva com a espórtula de uma chuva de milhões. A ‘besta negra’ destes ridículos teóricos é o Dr. Ricardo Costa, o corajoso presidente da CD da Liga, cuja foto acompanha sempre estes fogachos pseudo-legais e pseudo-jornalísticos.
A verdade é que os decisores da justiça desportiva quando julgam e decidem punições disciplinares o fazem, não no exercício de um qualquer poder pessoal ou divino, mas no uso de poderes delegados do Estado, concretamente delegados neles. É, pois, ridículo estar sempre a ameaçá-los com pedidos milionários de indemnização. Seja como for, está a chegar a hora de a UEFA decidir finalmente se um clube punido por corrupção pode participar nas suas provas. Cabe à FPF comunicar os últimos passos do Apito Final e à UEFA decidir.
Rui Cartaxana - in Record Sexta-Feira, 20 Fevereiro de 2009 - 18:37
Revelações do pintista MST, transpiram a relações entre clubes muito duvidosas quanto a interesses em jogo.
Agora, assobiem-lhes às botas
Que a UEFA vai ter que reapreciar os factos e tomar uma decisão definitiva sobre a participação do FC Porto na Liga dos Campeões é um facto. Para tanto não é preciso senão que a FPF lhe faça chegar, oficialmente, o epílogo desse estranho processo que se designou por ‘Apito Final’, o que acaba de acontecer, agora esperemos que de forma definitiva, com ao indeferimento liminar dos processos de revisão interpostos por FC Porto e Boavista junto da Comissão Disciplinar (CD) da Liga. Em boa verdade, os castigos aplicados a Pinto da Costa (suspensão por 2 anos), ao FC Porto (subtracção de 6 pontos) e ao Boavista (baixa de escalão) já tinham transitado em julgado e tornado definitivos com a decisão do Conselho de Justiça (CJ) da FPF, após um parecer do prof. Freitas do Amaral. Nada a fazer, assobiem-lhes às botas.
Toda a confusão foi lançada no último verão quando o FC Porto e Pinto da Costa, depois de recorrerem para tribunais administrativos, invocaram junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) o carácter não definitivo das punições que lhes tinham sido aplicadas, interpretação errónea, mas que este último aceitou e perfilhou. Ou seja, que os recursos invocados suspendiam os efeitos dos castigos aplicados pelo que, não havendo facto julgado, não devia o FC Porto ser afastado da Liga dos Campeões. Esta leitura dos factos continha dois erros graves: 1º os recursos para os tribunais administrativos de decisões do CJ da FPF não têm efeitos suspensivos (artº 18, nº 1 da Leio de Bases do Desporto); 2º as punições aplicadas ao FC Porto e a Pinto da Costa eram caso julgado desportivo, definitivo e irrevogável.
Nada disto impede, contudo, que o FC Porto e o seu presidente, sempre que o entendem oportuno ou útil, venham com a rábula de mais um recurso impossível ou um terrível pedido de indemnização à CD da Liga, à Liga, à FPF, ao Governo, ao Estado, à UE, ameaçando as entidades que administram a justiça desportiva com a espórtula de uma chuva de milhões. A ‘besta negra’ destes ridículos teóricos é o Dr. Ricardo Costa, o corajoso presidente da CD da Liga, cuja foto acompanha sempre estes fogachos pseudo-legais e pseudo-jornalísticos.
A verdade é que os decisores da justiça desportiva quando julgam e decidem punições disciplinares o fazem, não no exercício de um qualquer poder pessoal ou divino, mas no uso de poderes delegados do Estado, concretamente delegados neles. É, pois, ridículo estar sempre a ameaçá-los com pedidos milionários de indemnização. Seja como for, está a chegar a hora de a UEFA decidir finalmente se um clube punido por corrupção pode participar nas suas provas. Cabe à FPF comunicar os últimos passos do Apito Final e à UEFA decidir.
Rui Cartaxana - in Record Sexta-Feira, 20 Fevereiro de 2009 - 18:37
Revelações do pintista MST, transpiram a relações entre clubes muito duvidosas quanto a interesses em jogo.
deixo-lhes aqui este texto (em a Bola de hoje) do andrade Sousa Tavares, para vcs meditarem e tirarem conlusões sobre como funciona o SISTEMA:
" E prossegue a descida aos infernos do V. Guimarães. Há beijos que são mesmo de morte. O do Benfica foi-o. É o que costuma acontecer quando se trocam velhas amizades por interesses e amigos de ocasião...Já o Braga faz o percurso invernoso e colhe os frutos da investida do Vitória contra o Porto. Pinto da Costa deu-lhes de graça o Luis Aguiar e o Alan; emprestou-lhes o Renteria, pagando ainda parte do ordenado, e dispos-se a pagar o ordenado ao Andrés Madrid, que vegetava sem utilidade na reserva do Braga e agora vegeta na do Porto. Isto sim é que é um amigo."
Palavras para quê?
É clara a prestação de favores assinalada, pelo bem informado portista MST. Se ele diz que tudo isto é de borla, seria conveniente esclarecer como vai o seu clube fazer face aos devaneios de mecenas do futebol que PC aplica no seu relacionamento com outros clubes e dos interesses escondidos que o fazem apoiar uns em desfavor de outros. Não há duvida é que as entidades competentes se deveriam debruçar sobre estas manigancias, em nome da transparencia e da verdade desportiva.
É clara a prestação de favores assinalada, pelo bem informado portista MST. Se ele diz que tudo isto é de borla, seria conveniente esclarecer como vai o seu clube fazer face aos devaneios de mecenas do futebol que PC aplica no seu relacionamento com outros clubes e dos interesses escondidos que o fazem apoiar uns em desfavor de outros. Não há duvida é que as entidades competentes se deveriam debruçar sobre estas manigancias, em nome da transparencia e da verdade desportiva.
Um facto indesmentivel, que faz o Estrela "obedecer" à vontade e interesse do Porto no adiamento dos jogos e não cumprir o calendário como todos os outros clubes?
Depois do adiamento do jogo Estrela-Porto para a data mais conveniente aos portistas, vai acontecer novo adiamento entre os mesmos protagonistas, agora Porto-Estrela. Entretanto numa entrevista o Presidente do Estrela revelou estar muito grato ao FCPorto. Convinha saber porquê, mas o homem revelou apenas que tinham efectuado um pagamento, antes do prazo, de um jogador estrelista transferido, entre outros favores não referidos.
Depois do adiamento do jogo Estrela-Porto para a data mais conveniente aos portistas, vai acontecer novo adiamento entre os mesmos protagonistas, agora Porto-Estrela. Entretanto numa entrevista o Presidente do Estrela revelou estar muito grato ao FCPorto. Convinha saber porquê, mas o homem revelou apenas que tinham efectuado um pagamento, antes do prazo, de um jogador estrelista transferido, entre outros favores não referidos.