
As ESCUTAS a Pinto da Costa (PC) correm mundo através do Youtube, por cá toda a imprensa falou nelas e nos on-line foi um fartote, todo o planeta ficou a saber a verdade sobre o que se tem passado no futebol nacional ao longo do tempo em que este PC se tornou presidente de um clube da cidade do Porto e depois presidiu à Liga de futebol. Já temos imagem de marca.
Os objectivos traçados e conseguidos revelados nas conversas de PC com os seus pares, só foram possíveis pelas conivências e manigâncias ao arrepio de qualquer norma legal ou moral, emanada de qualquer poder legislativo. Tudo na obscuridade.
Vai o autor das conversas mover uma queixa-crime (clique aqui e leia noticia) contra os divulgadores das escutas. Mas o mais espantoso é que não desmente nem uma palavra do que disse e podemos ouvir nas gravações. PC abriga-se num artificio, estranhamente legal que considera que as escutas, mesmo feitas de acordo com a lei, como as em causa, não tenham validade como prova em juízo (uma aberração legal). Outro dos artifícios que PC, parece ir usar contra quem divulga é o segredo de justiça. Claro que é seu direito defender-se, como também quem divulga tem o direito de divulgar, já que se tratam de órgãos de informação.
De qualquer forma as conversas de Pinto da Costa são sórdidas e alteraram a verdade desportiva com a utilização de meios e métodos puníveis por lei. E é o conteúdo das mesmas e o seu efeito nas pessoas do país e no mundo que o faz berrar coisas como esta, «vamos estar atentos e podem sair daqui com uma convicção, a de que podem contar comigo. Podem inventar o que quiserem, fazer o que fizerem, inventar da forma mais sórdida que quiserem, não me preocupam, são muito baixos, muito reles», afirmou Pinto da Costa aos adeptos do seu clube.
Quer dizer, o sujeito faz o que faz e quem é sórdido é quem divulga, não é ele que programa, diz e faz.
Perante o conhecimento geral das declarações do individuo em causa, como pode, em perfeita analise, considerar-se um julgamento isento quando não conseguiu nada poder provar contra o que a investigação e autoridades apuraram e deram como verdade. É esta a justiça que temos. Falta a vassourada. Nas teias que a obscurecem. Haja transparência.
Os objectivos traçados e conseguidos revelados nas conversas de PC com os seus pares, só foram possíveis pelas conivências e manigâncias ao arrepio de qualquer norma legal ou moral, emanada de qualquer poder legislativo. Tudo na obscuridade.
Vai o autor das conversas mover uma queixa-crime (clique aqui e leia noticia) contra os divulgadores das escutas. Mas o mais espantoso é que não desmente nem uma palavra do que disse e podemos ouvir nas gravações. PC abriga-se num artificio, estranhamente legal que considera que as escutas, mesmo feitas de acordo com a lei, como as em causa, não tenham validade como prova em juízo (uma aberração legal). Outro dos artifícios que PC, parece ir usar contra quem divulga é o segredo de justiça. Claro que é seu direito defender-se, como também quem divulga tem o direito de divulgar, já que se tratam de órgãos de informação.
De qualquer forma as conversas de Pinto da Costa são sórdidas e alteraram a verdade desportiva com a utilização de meios e métodos puníveis por lei. E é o conteúdo das mesmas e o seu efeito nas pessoas do país e no mundo que o faz berrar coisas como esta, «vamos estar atentos e podem sair daqui com uma convicção, a de que podem contar comigo. Podem inventar o que quiserem, fazer o que fizerem, inventar da forma mais sórdida que quiserem, não me preocupam, são muito baixos, muito reles», afirmou Pinto da Costa aos adeptos do seu clube.
Quer dizer, o sujeito faz o que faz e quem é sórdido é quem divulga, não é ele que programa, diz e faz.
Perante o conhecimento geral das declarações do individuo em causa, como pode, em perfeita analise, considerar-se um julgamento isento quando não conseguiu nada poder provar contra o que a investigação e autoridades apuraram e deram como verdade. É esta a justiça que temos. Falta a vassourada. Nas teias que a obscurecem. Haja transparência.
P.S.:
Pinto da Costa não põe em causa ou desmente, no processo-crime contra quem divulga o conteudo das escutas, mas aos seus adeptos diz que podem inventar o que quiserem, fazer o que fizerem, inventar da forma mais sórdida que quiserem, não me preocupam, são muito baixos, muito reles.
É aquilo que os crápulas fazem: chamam aos outros aquilo que eles são.






